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5.2.2-Técnica da bobina

Como mostra a figura 11, uma bobina com várias espiras envolve a peça, ou se desloca ao longo dela (para peças com mais de 600mm de comprimento), gerando um campo magnético indireto/induzido, Longitudinal (linhas de força paralelas ao eixo da peça) que permite detectar descontinuidades “transversais”, ou “circulares”.  Não há contato entre a peça e o seu “magnetizador”, mas nas pontas formam-se pólos magnéticos livres.
A bobina poderá ser envolvente, como a figura acima, ou então  duas  bobinas fixas, em ensaios multidirecionais.



figura 11
                   

Os equipamentos, em geral, são estacionários, para ensaio de peças seriadas, havendo em alguns casos, aplicações com bobinas portáteis para ensaio de peças de grandes comprimentos e médios diâmetros. A corrente de magnetização que percorre as espiras da bobina ou das bobinas, poderá ser Corrente Alternada(CA) ou Corrente Contínua(CC), dependendo, das características do equipamento e da peça a ser ensaiada.
A intensidade do campo varia conforme o comprimento e a área da secção transversal da peça e está diretamente relacionada com o valor da corrente e o número de espiras da bobina.

 

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