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Sistema de inspeção por estações de E.N.D. por Líquidos Penetrantes fluorescentes automáticos, semi-automáticos e manuais.

A Serv-End, fabricante de equipamentos, sistema, acessórios e produtos para ensaios não destrutivos, produz, também, sistemas completos utilizados no E.N.D por Líquidos Penetrantes, para detecção de trincas em materiais metálicos ou não, desde que não porosos.

São conjuntos para sistemas automáticos, semi-automáticos ou manuais, projetados conforme as necessidades de produção e basicamente composto dos seguintes componentes:

Descrição de um equipamento:
1- Tanques para líquidos penetrantes, emulsificadores, reveladores ou para lavagem ou desengraxamento de peças.
Sistemas de ensaio por líquidos penetrantes normalmente são utilizados para ensaios com líquidos penetrantes fluorescentes sob luz negra e um conjunto por estações, para utilização conforme as etapas citadas acima, normalmente é composto de três a quatro tanques, que dependendo da utilização podem ser em aço inoxidável ou em aço carbono, na capacidade correspondente a quantidade de peças a ser ensaiada ao mesmo tempo ou conforme as dimensões das maiores peças.

Tanques em aço inoxidável são utilizados para produtos liquido penetrante, emulsificador e revelador em meio aquoso e com aquecimento.

Tanques em aço carbono são para serem utilizados para lavagem com água ou desengraxamento ou revelação de pecas à seco, neste caso montado com um sistema de motor ventilador para colocar o pó do revelador seco em suspensão com o ar, após a peça ser colocada no interior do tanque.

Conforme o grau de automatização requerido para o projeto, os tanques poderão vir com cestos para colocação de peças, sistemas pneumáticos de imersão ou abertura de tampas, temporizados controladores de tempos de cumprimento de etapas e etc.

Normalmente entre estações como penetrante e emulsificador, são fornecidas grelhas de escoamento, para escoamento do penetrante e tempo de espera.

2. Estufas de secagem
Depois de cumpridas as etapas de liquido penetrante, emulsificador e de lavagem para remoção do excesso de penetrante ou emulsificador ou após a revelação com líquido em meio aquoso; o sistema deverá ter uma estufa para secagem das peças.

A estufa é necessária para que o tempo de secagem seja abreviado, portanto, antes de um processo de revelação à seco ou após um processo de revelação em meio aquoso.

A temperatura da estufa, assim como o tempo de permanência da peça no seu interior será função do procedimento do ensaio e os tipos de estufa normalmente fornecidos são com recirculação de ar e poderão ser automáticas com programação do tempo e temperatura de operação ou convencionais.

Podem também ser fornecidas com aberturas em ambos os lados e com estruturas montadas para carros que transportam para o interior e retiram as peças, da estufa.

3. Cabine escura sob luz negra completa
Normalmente fornecidas com estrutura de perfilados e cobertura de capa antichamas, podem ter um transportador de roletes, para conduzir a peça ao seu interior, nas dimensões conforme definidas no projeto e demais componentes como luminária de luz negra tipo portátil ou fixa na cabine; de alta intensidade, ou seja, de 100 ou 400 watts de potencia, calha/luminária de luz branca e ventilador ou exaustor leve.

Poderá também ser fornecida com toda instalação elétrica em caixas e conduites, assim como com um quadro elétrico de todas as funções de operação.

Cabines em concepções mais simples, como para verificações de peças após a remoção do penetrante e emulsificador, são fornecidas com bancadas e mesas convencionais ou com grelhas de escoamento.

No interior das cabines os inspetores permanecem interpretando os resultados ou para verificação de remoção de excesso de penetrante fluorescente se utilizadas para esta finalidade.

4- Dados gerais do processo
Os inspetores podem colocar e retirar as peças dos tanques, controlar os tempos de cada etapa e nas operações de aplicação do penetrante, do emulsificador, do banho de lavagem e revelação, conforme estabelecido em procedimentos e normas técnicas aplicáveis.

A estufa pode ser instalada entre os tanques de lavagem e revelação a seco ou após o tanque de revelador em meio aquoso e deverá manter a temperatura média da peça entre 50 a 60 ºc. A temperatura da estufa poderá atingir até 300 ºc, entretanto os tempos de permanência da peça no interior da estufa devem ser compatíveis com a temperatura citada acima. A secagem das peças, antes do processo de revelação a seco ou após a revelação em meio aquoso, não deve deixar resíduos de umidade.

O sistema elétrico de operação do conjunto será com comando de 24 volts assim como com um efetivo aterramento, evitando-se, desta forma, riscos de choques elétricos para os operadores e inspetores.

Os tanques terão a capacidade máxima de produto assim como as dimensões das cabines e estufa e estabelecidos conforme o projeto.

A definição das características de automatização deve ser requerida pelo comprador e o comprimento total do sistema, considerada todas as fases do processo, será função de todo o projeto.

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